Sonhos

5, November, 2003 Sem comentários

Hoje, depois que o despertador tocou (é, amorzão, perdi a hora hoje), voltei a dormir os “15 minutinhos” antes de levantar e tive um sonho estranho. Sonhei que estava no Iraque, vestido como um soldado americano, tentando tirar dinheiro num caixa-rápido. Tente visualizar: 3 da tarde, ambiente calorento, muito vento, poeira e areia. Havia uma fila enorme depois de mim e, ao chegar na minha vez, o caixa-rápido começa a travar. As outras pessoas da fila começam a ficar zangadas por eu estar demorando demais numa operação relativamente simples. Eu estava tentando me desculpar dizendo que a máquina estava com problemas e que não estava autenticando a minha senha. Isso tudo em inglês. Fui saindo da fila e o povo me olhando com cara feia e me lanço de volta ao ambiente pueril. Eis que ouço a buzina de um carro, na vida real, e acordo atrasado pro trabalho.

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Faltam 3 dias…

4, November, 2003 Sem comentários

… Pra eu me “pirulitar” daqui (Rio de Janeiro que me perdoe, mas Cidade Maravilhosa é Vitória!), ver meus pais, meu irmão, possivelmente amigos (o tempo é curto, gente: chego sexta e volto domingo! Vou tentar fazer o possível!)… Enquanto o dia não chega, um pouquinho de Vix pra vocês (Créditos iniciais das fotos: Nika)

Pedra da Cebola
Pedra da Cebola

Baía de Vitória
Baía de Vitória

Vitória à noite
Vitória à Noite

Praia de Camburi / Av. Dante Michelini
Praia de Camburi / Av. Dante Michelini

Praia de Camburi / Praia do Canto / Curva da Jurema
Praia de Camburi / Praia do Canto / Curva da Jurema

Curva da Jurema
Curva da Jurema

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Separados no Nascimento III

4, November, 2003 1 comentário

Joey Ramone e Chico Xavier

PS: Sei que depois dessa, a minha passagem pro inferno tá garantida! E na primeira classe, só de ida… Mas valeu a pena.

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6 meses depois

3, November, 2003 Sem comentários

Andréa e Daniel
Cá estamos nós! Há exatos 6 meses estávamos celebrando o nosso matrimônio. Foi uma data muito especial para todos nós: pra mim, pra Andréa, pras nossas famílias e amigos. Muita gente pode imaginar que é muito pouco tempo mas eu particularmente não me importo com a quantidade, mas sim com a qualidade do tempo que passamos juntos. Aprendi mais nesses 6 meses de convivência mútua com Andréa do que nos meus 3 anos “sozinho” no Rio de Janeiro. Então, que venham os próximos 6 meses, 6 anos, 60 anos e muitos outro mais. Estamos prontos pra eles! Feliz aniversário, amorzão!

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Ainda halloween

31, October, 2003 Sem comentários

Colo aqui integralmente o e-mail do Nelson Machado, dublador do Quico (sim, Quico do seriado Chaves do SBT), quanto ao Halloween. Meio grandinho, mas achei que ele tem razão:

Talvez devêssemos ser um pouco menos exigentes conosco, Esse tipo de protesto, num primeiro momento, tem cara de uma sincera demonstração de indignação, mas na verdade é apenas uma repetição que nós fazemos por acharmos que o certo é dizer isso. Mas se analisarmos direitinho, vamos ver alguns furos no protesto.
Primeiro, todo mundo que escreve ou conversa sobre Halloween diz exatamente a mesma coisa: “temos uma cultura riquíssima e ninguém dá valor”. Em outras palavras está dizendo “só eu dou valor” e não percebe que todo mundo disse a mesma coisa e que, portanto, todo mundo está dando valor.
Segundo, que esse negócio de tradição própria, num país tão novinho quanto este aqui, é só retórica. Se os primeiros brasileiros tivessem feito todo esse protesto quanto a tradições externas, não teriam admitido nada que fosse português, espanhol, francês, holandês, americano (durante a segunda guerra) e hoje não teríamos toda essa misturada que resultou nesse tal “folclore nacional” de que tanto nos ufanamos (sem Portugal não teríamos o saci, por exemplo).
Dia das bruxas é uma tradição celta que se perpetuou entre os britânicos e chegou ao Novo Mundo se fixando no norte. NÃO TEM NADA A VER COM O BUSH E O IRAQUE! Sempre misturamos nossas raivas.
E ninguém fala do Bumba-Meu-Boi ou da Dia de Santo-Reis simplesmente porque não é época! Ou alguém estava falando de Dia das Bruxas em maio?
Não somos “um povo”. Somos uma fantástica mistura de povos. Temos brasileiros-africanos, brasileiros-japoneses, brasileiros-alemães, brasileiros-franceses, brasileiros-paraguaios e, sim, braslileiros-americanos. Todo mundo que vem pra cá e fica, vira brasileiro. E as gerações seguintes somam as coisas daqui com as tradições de outros países que aprenderam com os pais e avós. Isso é que formou e vai continuar formando nosso “riquíssimo folclore”.
Não haveria Saci sem Portugal. Não haveria Mula-sem-Cabeça sem a Espanha. Não haveria o Lobisomem sem Roma. Não haveria festa de Barretos sem caubóis e rodeios no cinema. Vamos permitir que as próximas gerações acumulem novas tradições, novas lendas, novas festas, senão, dentro de pouco tempo, o nosso “riquíssimo folclore” vai ficar “paupérrimo”.
Não vamos valorizar o que já temos apenas falando mal do que aparece. Vamos deixar aparecer tudo o que for possível, sem esquecer e sem desvalorizar o que já temos. E, pelo número de pessoas que está falando por aí e escrevendo em tudo quanto é lugar, gastando dinheiro com cartazes e construindo sites de protesto, o que mais temos é brasileiro “dando valor” ao que já temos.
E, bando de paus dágua, não vi ninguém falando mal do Oktoberfest!

Nelson Machado

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