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O Monstro Macho

9, July, 2004 1 comentário

Estou numa fase de escutar músicas antigas, mais exatamente da década de 80… Essa aqui, pra variar, é uma delas. Senhoras e senhores, com vocês, João Penca e seus Miquinhos Amestrados em… O MONSTRO MACHO!

O Monstro Macho
(The Monster Mach)

(Avelar Love – L.Capilli – B.Pickett – Big Abreu)

Eu vou contar uma história horrível
Que aconteceu comigo certa vez

Um dia num passeio me perdi
Era um dia feio, escuro e tenebroso
No alto de um morro encontrei um castelo horrível
E me apavorei…

(Era o macho)
Ele era o monstro macho
(O monstro macho)
Era feio, muito feio
(Era o macho)
Ele era o monstro macho
(O monstro macho)
Ele se chamava o Monstro Macho

Olhei pra aquilo e paralisado fiquei
Mas a chuva não tardava por começar
Por fim decidi tentar entrar
No castelo tão assustador

(Era o macho)
Ele era o monstro macho
(O monstro macho)
Era feio, muito feio
(Era o macho)
Ele era o monstro macho
(O monstro macho)
Ele se chamava o Monstro Macho

Bati na porta e ele atendeu
Perguntou: “O que queres?” e não respondi
Perguntou de novo e nada falei
E ele disse então: “Entre, meu rapaz”

Reparei no monstro e achei-o meio esquisito
Usava batom, peruca e ruge
Falava fino e um pouco fanhoso
E usava um saltinho bastante alto

(Era o macho)
Ele era o monstro macho
(O monstro macho)
Era feio, nossa! Ele era horrível!
(Era o macho)
Ele era o monstro macho
(O monstro macho)
Ele se chamava o Monstro Macho

Já estava eu nas cobertas enrolado
E ele sentado permanecia ao meu lado
Foi quando um raio de lua cheia
Tocou seu penteado e com um grito:
“Você transformou um animal silvestre”

(Era o macho)
Ele era o monstro macho
(O monstro macho)
Era feio, nossa! Ele era horrível mesmo!
(Era o macho)
Ele era o monstro macho
(O monstro macho)
Ele se chamava o Monstro Macho

Categories: Lembrancas, Musica

Novas aquisições… VELHAS!

13, June, 2004 1 comentário

Com uma penca de CDs “encalhados”, o hipermercado aqui perto de casa (que por algum acaso dá nome a este blog) estava fazendo uma liquidação de R$ 9,90 por alguns títulos que não encontraria em lugar algum por menos de 20 reais. Ei-los:

Blitz - As Aventuras da Blitz
Blitz – As Aventuras da Blitz

RPM - Revoluções Por Minuto
RPM – Revoluções Por Minuto

RPM - Revoluções Por Minuto - Ao Vivo
RPM – Rádio Pirata – Ao Vivo

The Fevers - Ao Vivo
The Fevers – Ao Vivo

Planet Hemp - Usuário
Planet Hemp – Usuário

E você, meu camaGada? Quais os CDs encalhados que você vai deixar de olhar na prateleira do supermercado depois dessa dica? E olha que havia muito mais por lá e que eu não dei prioridade pra comprar.

PS: As capas dos CDs foram scanneadas com o HP ScanJet 4670 :)

Categories: Musica

Serginho Mallandro canta…

25, May, 2004 1 comentário

Mania de 9 entre 10 ouvintes do Pânico na Jovem Pan FM é escutar o pensamento do dia com o Mendigo fazendo a voz do Sérgio Mallandro. Tosco, mas ao mesmo tempo engraçado, essa galera vem despontando há pouco tempo na TV com a experiência de anos no rádio.

Conhece-se o Sérgio Mallandro por conta das Mallandrinhas que fizeram ensaios pra revistas masculinas, com o sobrenome do fulano. Mas muita gente conhece o Serginho Mallandro da época de criança, quando ele fazia programas infantis, como o Oradukapeta no SBT. Emplacou algumas regravações, como Farofa-fa do Mauro Celso.

Pra você que não se lembra, aqui vai a letra algumas músicas regravadas pelo Mallandro: Farofa-fa e Bilu Tetéia

BILU TETÉIA

Quando eu era criança mamãe dizia
Bilu, bilu, bilu, bilu tetéia
Pegava eu no colo
Mostrava pra vizinha
Bilu, bilu, bilu, biluzinho tetéia
Quem me segurava, dizia que gracinha
Bilu, bilu, bilu, bilu tetéia
O tempo foi passando
E eu fui crescendo
Bilu, bilu, bilu, bilu tetéia
E de fazer bilu
Mamãe foi se esquecendo
Bilu, bilu, bilu, bilu tetéia
Agora eu estou grande
Estou barbadinho
Não encontro mais ninguém
Pra me fazer um biluzinho
Bilu, bilu, bilu, bilu tetéia
Bilu, bilu, bilu, bilu tetéia
Brincava de casinha
Ninguém dizia nada
Bilu, bilu, bilu, bilu tetéia
E a filha da vizinha era minha namorada
Bilu, bilu, bilu, biluzinho tetéia
Agora eu estou moço
Não tenho liberdade
Bilu, bilu, bilu, bilu tetéia
Pra falar coma vizinha
É uma calamidade
Se quiser um biluzinho
Tenho que fazer sozinho
Bilu, bilu, bilu, bilu tetéia
Bilu, bilu, bilu, bilu tetéia

FAROFA-FA

Comprei um quilo de farinha
Pra fazer faro-fa
Pra fazer faro-fa
Pra fazer faro-fa-fa

Comprei um quilo de farinha
Pra fazer faro-fa
Pra fazer faro-fa
Pra fazer faro-fa-fa

Comprei um pé de porco
Farofa-fa
E orelha de porco
Farofa-fa

Pus tudo isso no fogo
Farofa-fa
E remexi direito
Farofa-fa

Com a fome de um lobo
Farofa-fa
Eu enchi o meu peito
Farofa-fa

CHUCRUTES!

Fa-faro-faro-faro
Faro-faro-faro
Faro-faro-faro
Fa-fa

Esquindô esquindei

Fa-faro-faro-faro
Faro-faro-faro
Faro-faro-faro
Fa-fa

Farinha de mandioca
Farofa-fa
Pimenta malagueta
Farofa-fa

Eu gosto de farofa
Farofa-fa
Como e não faço careta
Farofa-fa

Mas sou forte como um touro
Farofa-fa
Da cabeça inteligente
Farofa-fa

Só não mastigo tijolo
Farofa-fa
Porque me estraga os dentes
Farofa-fa

Esquindô esquindô esquindei

Fa-faro-faro-faro
Faro-faro-faro
Faro-faro-faro
Fa-fa

He-hey!

Fa-faro-faro-faro
Faro-faro-faro
Faro-faro-faro
Fa-fa

Everybody now

Fa-faro-faro-faro
Faro-faro-faro
Faro-faro-faro
Fa-fa

Fa-faro-faro-faro
Faro-faro-faro
Faro-faro-faro
Fa-fa

Rá Rá!

Categories: Musica

Perfeição

22, March, 2004 2 comentários

Gosto um bocado da banda Legião Urbana.

Tive a oportunidade ímpar de ir ao único show (entre 1993 e 1994) que eles fizeram em Vitória-ES, na época em que eu morava por lá, por ocasião da divulgação do álbum “O Descobrimento do Brasil“. Não tenho palavras, como fã que sou, para descrever a sensação de estar (mesmo que quase a 200m de distância) perto da banda que por muitos anos só pude acompanhar pela TV, rádios e ouvir no aparelho de som que tenho.

Transcrevo aqui uma das músicas tocadas naquela época, a qual permanece mais atual do que nunca e serve para ilustrar exatamente como a “perfeição” brasileira talvez nunca seja modificada. Talvez só com muito amor

Perfeição
(Dado Villa-Lobos / Renato Russo / Marcelo Bonfá)

Vamos celebrar a estupidez humana
A estupidez de todas as nações
O meu país e sua corja de assassinos
Covardes, estrupadores e ladrões
Vamos celebrar a estupidez do povo
Nossa polícia e televisão
Vamos celebrar nosso governo
E nosso Estado, que não é nação
Celebrar a juventude sem escolas
As crianças mortas
Celebrar nossa desunião
Vamos celebrar Eros e Thanatos
Persephone e Hades
Vamos celebrar nossa tristeza
Vamos celebrar nossa vaidade.

Vamos comemorar como idiotas
A cada fevereiro e feriado
Todos os mortos nas estradas
Os mortos por falta de hospitais
Vamos celebrar nossa justiça
A ganância e a difamação
Vamos celebrar os preconceitos
O voto dos analfabetos
Comemorar a água podre
E todos os impostos
Queimadas, mentiras e sequestros
Nosso castelo de cartas marcadas
O trabalho escravo
Nosso pequeno universo
Toda a hipocrisia e toda a afetação
Todo roubo e toda a indeferença
Vamos celebrar epidemias:
É a festa da torcida campeã.

Vamos celebrar a fome
Não ter a quem ouvir
Não se ter a quem amar
Vamos alimentar o que é maldade
Vamos machucar um coração
Vamos celebrar nossa bandeira
Nosso passado de absurdos gloriosos
Tudo que é gratuito e feio
Tudo o que é normal
Vamos cantar juntos o Hino Nacional
(A lágrima é verdadeira)
Vamos celebrar nossa saudade
E comemorar a nosso solidão.

Vamos festejar a inveja
A intolerância e a incompreensão
Vamos festejar a violência
E esquecer da nossa gente
Que trabalhou honestamente a vida inteira
E agora não tem mais direito a nada
Vamos celebrar a aberração
De toda a nossa falta de bom senso
Nosso descaso por educação
Vamos celebrar o horror
De tudo isso – com festa, velório e caixão
Está tudo morto e enterrado agora
Já que também podemos celebrar
A estupidez de quem cantou esta canção.

Venha, meu coração está com pressa
Quando a esperanca está dispersa
Só a verdade me liberta
Chega de maldade e ilusão.

Venha, o amor tem sempre a porta aberta
E vem chegando a primavera -
Nosso futuro recomeca:
Venha, que o que vem é perfeição.

Categories: Musica

Rock in Rio? Não… Em Lisboa!

13, February, 2004 Sem comentários

É… Pra quem esperava que o festival fosse acontecer aqui no Rio, vai ter que esperar até 2007. Por conta da globalização, facilidade de patrocínio fora do país e do baixo poder aquisitivo pelo preço do ingresso ficar muito caro por aqui, o festival terá a edição de 2004 realizada nas terras de Cabral.

Daí que perdi a edição de 2001 e somente poderei ir em 2007, que por coincidência também será o ano dos jogos Pan-Americanos, também aqui no Rio. Ó, céus, o que hei de fazer?

Categories: Musica