Publicado por Daniel Neto e arquivado em Lembrancas, Musica
Estou numa fase de escutar músicas antigas, mais exatamente da década de 80… Essa aqui, pra variar, é uma delas. Senhoras e senhores, com vocês, João Penca e seus Miquinhos Amestrados em… O MONSTRO MACHO!
O Monstro Macho
(The Monster Mach)
(Avelar Love - L.Capilli - B.Pickett - Big Abreu)
Eu vou contar uma história horrível
Que aconteceu comigo certa vez
Um dia num passeio me perdi
Era um dia feio, escuro e tenebroso
No alto de um morro encontrei um castelo horrível
E me apavorei…
(Era o macho)
Ele era o monstro macho
(O monstro macho)
Era feio, muito feio
(Era o macho)
Ele era o monstro macho
(O monstro macho)
Ele se chamava o Monstro Macho
Olhei pra aquilo e paralisado fiquei
Mas a chuva não tardava por começar
Por fim decidi tentar entrar
No castelo tão assustador
(Era o macho)
Ele era o monstro macho
(O monstro macho)
Era feio, muito feio
(Era o macho)
Ele era o monstro macho
(O monstro macho)
Ele se chamava o Monstro Macho
Bati na porta e ele atendeu
Perguntou: “O que queres?” e não respondi
Perguntou de novo e nada falei
E ele disse então: “Entre, meu rapaz”
Reparei no monstro e achei-o meio esquisito
Usava batom, peruca e ruge
Falava fino e um pouco fanhoso
E usava um saltinho bastante alto
(Era o macho)
Ele era o monstro macho
(O monstro macho)
Era feio, nossa! Ele era horrível!
(Era o macho)
Ele era o monstro macho
(O monstro macho)
Ele se chamava o Monstro Macho
Já estava eu nas cobertas enrolado
E ele sentado permanecia ao meu lado
Foi quando um raio de lua cheia
Tocou seu penteado e com um grito:
“Você transformou um animal silvestre”
(Era o macho)
Ele era o monstro macho
(O monstro macho)
Era feio, nossa! Ele era horrível mesmo!
(Era o macho)
Ele era o monstro macho
(O monstro macho)
Ele se chamava o Monstro Macho
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Publicado por Daniel Neto e arquivado em Lembrancas
Quem nunca teve um disquinho colorido de historinhas? Eu e meu irmão tivemos um monte. Mas infelizmente só me lembro da música de um deles:
“Voa, papagaio voa…
Voa, papagaio voa!
Papagaio de três cores
Branco, azul, amarelinho
É mais leve do que o vento
Voa como um passarinho
Vou soltar meu papagaio
De três cores vou soltar
Sopra, vento, sopra forte
Que eu também quero voar!”
Tinha mais coisas na música, mas a memória falha. Alguém aí lembra de mais músicas de disquinhos?
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Publicado por Daniel Neto e arquivado em Lembrancas
Pra quem não sabe, os anos 80 foram, pra muitos meninos e meninas, os anos dourados. Tantos desenhos, tantos brinquedos, tantos filmes, tantas pessoas, músicas, brincadeiras… Dá saudade mesmo! E pra lembrar algumas coisas que muita gente já deve ter esquecido, aqui vão algumas imagens do passado. Se você viveu nos anos 80, com certeza deve se lembrar de alguns deles. Essa é a primeira sequência de lembranças. Colocarei mais noutros posts!
 O robô Arthur |
 O videogame Atari |
 A família Barbapapa |
 O Bate-bumbo |
 Blitz, documentos! |
 Alô, criançada! O Bozo chegou! |
 Caloi dobrável |
 Cigarros de chocolate PAN |
 Coca-Cola miniatura |
 Beba Crush! |
 O “pai” do Max Steel: Falcon! |
 Primeira abertura do Fantástico |
 Éca! A Geleca! |
 Acompanhe o Genius
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 Quem bebe Grapette, repete! |
 Suco de groselha
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 Hero! |
 Eu tive 1 par de Kichute!
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 Câmera Kodak antiga |
 Chocolate Kri
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 Jogo Ludo |
 Mini chicletes Adams
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 Os Muppets |
 Tenho o videogame Odissey até hoje!
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 Os bonequinhos de Playmobyl |
 Quem nunca quis o carrinho de controle-remoto Stratus?
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 Os Saltimbancos Trapalhões |
 Grupo Trem da Alegria
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 Super-Trunfo! |
 O SBT já foi TVS (TV Stúdio)
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 Vai-e-vem! |
 Iogurtes Vigor!
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Publicado por Daniel Neto e arquivado em Lembrancas

Pra quem sempre quis conhecer o estado do Espírito Santo, mas nunca teve os 3 Ts ao mesmo tempo (tempo, tutu e tesão), aqui vai a sua oportunidade: fotos de diversos lugares pitorescos e turísticos (dica de um amigo) pra fazer qualquer um morrer de inveja de não ter sequer feito uma visitinha ao estado mais tranquilo do Brasil.
E pra quem mora no ES e não dá o devido valor: experimente ficar ilhado em casa por causa da guerra na Rocinha 
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Publicado por Daniel Neto e arquivado em Lembrancas
Quem nunca entrou num fliperama que atire a primeira… FICHA?! Hoje em dia é cartão, mas na minha adolescência era uma fichinha de cobre, muito da mal cunhada. Enfim, fliperama… Era realmente uma praga esse negócio. Viciante e ao mesmo tempo cativante, poderia passar horas e horas lá dentro, só vendo os outros jogarem.
Havia alguns viciados que sempre “batiam ponto” por lá. Volta e meia, sempre deixavam dar uma jogada, porque tinham que ir embora e não podiam perder tempo. Um dos meus preferidos (e que só pude saber o FINAL do jogo depois de pegar o emulador pra PC) é o Ghost ‘n’ Goblin (da foto ao acima), onde o Sir Arthur tinha começava sendo ajudando por uma princesinha no meio do cemitério e ela era raptada por um capetão e levada para os confins. A missão do cavaleiro é salvar a tal princesinha.
Outro jogo bacana é o Track and Field, baseado nas olimpíadas. Nesse jogo há várias modalidades de esportes: corrida de 100m, salto em distância, lançamento de dardos, salto em altura, corrida de 100m com barreiras, lançamento de martelo e alguns outros. O mais bacana desse jogo é que o “suposto atleta” tinha que, literalmente, esmurrar os botões do console da máquina de videogame para poder fazer o bonequinho se esforçar nas provas. Volta e meia o dono da loja de fliperama tinha que intervir para que a máquina não fosse depredada, porque enquanto o “atleta” batia nos botões, outros jogadores batiam na porta aonde entravam as fichas para conseguir que ela pudesse dar uns créditos a mais.
Espero postar mais a respeito de alguns outros jogos que eu costumava encontrar pelos fliperamas da vida.
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