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Em algum lugar do passado…
Publicado por Daniel Neto e arquivado em Lembrancas
Passou para o outro lado uma das pessoas mais conhecidas que interpretou um personagem de Monteiro Lobato: Zilka Salaberry será sempre lembrada pelo papel que lhe deu projeção nacional, a Dona Benta.
Sempre me lembrarei dela, porque assisti durante anos seguidos os episódios do Sítio e sempre gostei dela conversando com a Tia Nastácia, interpretada pela também falecida atriz Jacira Sampaio. Agora, elas irão juntas comer bolinhos e relembrar os bons tempos de quando estavam no Sítio. Vá em paz, Dona Benta… Vá em paz, Zilka Salaberry.
Morre aos 87 anos a atriz Zilka Salaberry, a Dona Benta
O Globo
GloboNews TV
RIO - Morreu na madrugada desta quinta-feira no Rio de Janeiro a atriz Zilka Salaberry, de 87 anos. Ela estava internada desde o dia 15 de fevereiro e sofria de insuficiência renal, infecção urinária e desidratação. O corpo está sendo velado na capela 7 do Cemitério do Caju e deverá ser cremado na sexta.
A carioca Zilka Salaberry de Carvalho era formada em economia, mas exerceu a profissão por apenas quatro dias. Bisneta, neta e filha de atores, ela logo se refugiu nos palcos. Durante dez anos, participou do Teatrinho Troll, no qual interpretava uma bruxa. Em 1936, fez seu primeiro trabalho profissional como atriz, no filme “Cidade-mulher”, de Humberto Mauro. Sua estréia na TV foi em 1957, com a novela “A canção de Bernadete”. Mas apenas dez anos depois, com a novela “A rainha louca”, ela chegaria à TV Globo, onde fez seus trabalhos mais importantes.
Foi com a inesquecível Dona Benta, personagem criada por Monteiro Lobato e materializada no “Sítio do Picapau Amarelo” que cativou os corações de crianças por todo o país. A personagem esteve presente em todos os episódios dos onze anos que durou a primeira versão da série infantil.
Zilka participou também das novelas “Irmãos Coragem”, O casarão” e “O bem-amado”. Seu último papel na TV foi em 2002, na novela “Esperança”, de Benedito Ruy Barbosa. No mesmo ano, ela fez uma participação no filme “Xuxa e os Duendes 2″.
Zilka não se achava capaz de fazer Dona Benta
Há três anos, Zilka Salaberry encontrou com a atriz Nicette Bruno para falar sobre Dona Benta, já que a atriz interpretaria o papel que durante dez anos foi de Zilka.
- Nicette vai ser uma dona Benta tão risonha… Vou vê-la com o maior prazer, sabendo que nosso ‘Sítio’ fez as pessoas sonharem com coisas lindas e que o novo também vai fazer a nova geração sonhar, só que com as coisas de que ela gosta - disse na época Zilka em entrevista ao jornal “O Globo”.
Zilka contou que jamais imaginou o sucesso que Dona Benta faria, simplesmente porque se julgava incapaz de viver a personagem criada por Monteiro Lobato.
- Dona Benta é um milagre; tive pavor no começo. Durante toda a minha vida, eu praticamente só fiz bruxas. E aquela não era minha maneira de ser: sou agitada. Sempre que alguém imaginava dona Benta, era como uma mulher cinzenta, de roupa preta, xalezinho. Eu disse à equipe na época: a dona Benta é uma mulher felicíssima, vive cercada pelos netos, mora numa fazenda, come o que há de melhor, só pode ser cor-de-rosa, cheia de saúde! Todos concordaram.
Zilka, que colecionou transgressões ao longo da vida, como ser a primeira mulher a tirar a roupa no palco no Brasil, nos anos 50, e ser hippie antes de o movimento virar moda, se dizia uma avó tão moderna quanto a que o novo “Sítio” mostrou. Ela adorava os jogos de computador e dificilmente parava em casa. Mas não deixava de sentir saudades de sua famosa personagem.
- Algumas pessoas até hoje choram quando me encontram. E quando querem elogiar algum trabalho meu, dizem coisas do tipo: ‘Dona Benta, a senhora estava ótima como uma cafetina na minissérie ’Teresa Batista’!’ Agora, estou entregando o bastão. Daqui a pouco ninguém mais lembra que eu fiz dona Benta. Mas éramos uma família. As crianças me chamavam de vó - lembrava Zilka.
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Publicado por Daniel Neto e arquivado em Lembrancas

[Ouvindo: Lulu Santos - O Último Romântico]
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Publicado por Daniel Neto e arquivado em Lembrancas
Na segunda parte do “Quero meus anos 80 de volta”, temos agora cantores, cantoras, bandas e duplas que fizeram o maior sucesso. Confiram os nossos ídolos, matem a saudade e morram dela. Pra quem não viveu nos anos 80, morram é de INVEJA!
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No próximo dia 2 de novembro comemora-se o dia de finados praticamente em todos os cantos do planeta. No Brasil, como costume, milhões vão aos cemitérios pra homenagear e relembrar seus entes queridos que já partiram desse plano.
Fonte: Finados à moda do México

No México, o Dia de Finados é uma celebração anual com raízes pré-hispânicas e formato cristão. A tradição baseia-se na crença de que as almas dos mortos podem visitar seus parentes deste mundo numa determinada época do ano, isto é, no Día de los muertos ou Día de los Fieles Difuntos.
Por isso, em muitos lares mexicanos é freqüente encontrar altares homenageando seus antepassados e outros mortos queridos, sejam familiares, amigos ou pessoas públicas que mereçam respeito. Esses altares domésticos permanecem enfeitados por vários dias, com flores e recortes de papel, caveiras em papel machê, fotografias do morto, oferendas de comidas e bebidas típicas, especialmente as preferidas pelo homenageado.
Mas essa embromação é mais do que apenas falar sobre o dia dos mortos mexicano. É para falar sobre um jogo de computador baseado nesse evento: Grim Fandango. A mistura do tradicional folclore mexicano com uma aventura num ambiente exótico baseado em arquiteturas maias e astecas, o herói Manuel Calavera é um sujeito absolutamente normal não fosse sua atual profissão: agente de viagens na Terra dos Mortos.
Na Terra dos Mortos, mas com muito humor. É isso mesmo! Manuel Calavera, ou Manny, é um dedicado funcionário do Departamento da Morte. Ele, como as outras mais de cinqüenta caveiras personagens de Grim Fandango, está morto e sua missão (e também a do jogador que assume o papel de Manny) é recolher pessoas no Mundo dos Vivos, trazê-las para a Terra dos Mortos e vender pacotes da viagem que todas as almas devem fazer para chegar ao local de seu repouso final. Tudo isso porque, segundo uma antiga crença mexicana, a Terra dos Mortos é a primeira parada da alma depois da morte e o repouso eterno só virá depois de quatro anos. Ainda segundo o folclore, essa viagem entre a Terra dos Mortos e a morada final poderá ser mais ou menos agradável, dependendo do tipo de vida que a pessoa teve antes da morte. Quer dizer, as boas almas poderão até viajar na primeira classe, enquanto os “nada santo” terão que penar fazendo a caminhada a pé.
Para Manny, a situação também não é nada boa. Ele só poderá sair da Terra dos Mortos quando atingir sua cota de vendas, mas há tempos ele não consegue emplacar um bom pacote e mesmo almas com bons antecedentes acabam partindo a pé. Desesperado pela falta de clientela e desconfiado de que alguma coisa está impedindo-o de abordar os clientes certos, Manny acaba se metendo em muitas confusões. Pior: rouba um cadastro de possíveis clientes, desencadeando uma série de eventos que não ameaçam apenas o seu emprego, mas também o destino eterno de sua própria alma. Está armada a trama de Grim Fandango. Agora, Manuel Calavera (e o jogador) envolvidos numa história de crime, corrupção e cobiça, terão quatro anos para, com total movimento, conversar com todas as personagens para obter pistas, recolher objetos nos cenários, investigar pistas, desvendar enigmas e centenas de quebra-cabeças para atingir sua redenção. Um jogo magnífico da LucasArts como poucos já feitos até hoje.
Se você tiver a oportunidade de vê-lo numa loja de jogos e puder comprá-lo, faça-o e garanta diversão como você nunca viu antes 
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Sou o feliz proprietário dos 3 filmes abaixo:
 

Há anos queria ter esses filmes velhos e hoje, quando fui almoçar em casa, eles já haviam chegado desde que eu havia feito a encomenda, na sexta-feira passada.
E os créditos da dublagem dos filmes:
Aladdin
Aladdin - Marcos Jardym
Jasmin - Silvia Goiabeira
Gênio - Márcio Simões
Jafar - Jorgeh Ramos
Sultão - Pietro Mário
Iago - Rodney Gomes
Vozes adicionais - Carlos Seidl (Príncipe Achmed e feirante), Isaac Bardavid (feirante), Sílvio Navas (viajante do deserto, na abertura do filme), Ionei Silva (Gazeem, o ladrão do início do filme).
A Jóia do Nilo e Tudo por uma Esmeralda
Michael Douglas - Elcio Romar
Kathleen Turner - Marilise
Danny DeVito - José Santa Cruz
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