Acabo de adicionar mais um link ao “Blog de amigos”, ali na barra de navegação à esquerda. É o Agenda de Recordações, da Clarice. Se você tem entre 20 e 30 anos e sente saudades de algumas das coisas existentes da sua infância, seja ela um brinquedo ou brincadeira, desenho, filme, seriado, comida ou vestuário, essa é uma parada obrigatória. É quase um Almanaque dos anos 80 em forma de blog. Meus destaques pessoais vão para o Ferrorama e o Maxi-Cargo, dois brinquedos que eu e meu irmão tivemos. Os bons tempos não voltam, mas dá pra recordá-los!
Arquivo da Categoria “Lembrancas”Em algum lugar do passado… Sou relativamente novo demais para lembrar de guerras. As que “presenciei” foram as Guerras do Golfo, Afeganistão e a do Iraque, embora a primeira e a última sejam as mesmas apenas em décadas diferentes. Mas todas têm o mesmo ingrediente: morte, dor, sofrimento e muito intrometimento norte-americano aonde não é chamado. Hoje, 6 de agosto de 2005, é lembrado com pesar pelos japoneses da cidade de Hiroshima: há 60 anos ela foi completamente arrasada pelo poder explosivo de uma bomba nuclear atômica. Algumas centenas de milhares de pessoas foram instantaneamente pulverizadas pelo calor incandescente liberado pela explosão e outras tantas sofreram e sofrem até hoje os efeitos destrutivos da radiação. O que se seguiu, momentos após à explosão, não poderia ser imaginado por aquela pequena e pacata cidade nem em mil anos: incêndios generalizados, corpos carbonizados, prédios e casas completa ou parcialmente destruídos até aonde a vista alcançasse e a sensação de dúvida e impotência. O que tinha acontecido? Como aquela bela manhã ensolarada havia se tornado naquele pesadelo infernal?
O que viria logo depois do lançamento da bomba era outra parte do inferno que os sobreviventes vieram a enfrentar: uma chuva negra, decorrente do lançamento de cinzas, poeira e radiação na atmosfera. Completamente desorientados, os sobreviventes estavam com muita sede e beberam da água que caíam do céu, selando seu destino pois acabaram envenenados pelos efeitos radioativos incluídos naquela chuva. Os que sobreviveram à essa chuva, tiveram que enfrentar os efeitos nocivos da radiação durante diversas décadas seguintes. A alegação dos americanos é que estariam “salvando milhares de vidas”, tanto do lado norte-americano quanto japonês, uma vez que os inimigos recusavam-se a se render. Mas era realmente necessário essa saída? Precisava ser dessa forma? Um lançamento dessa bomba em alto mar já seria o suficiente para alertá-los do risco que estariam correndo. Depois de 3 dias, em 9 de agosto de 1945, um novo ataque veio e a segunda bomba atômica explodiu na cidade de Nagasaki, matando mais dezenas de milhares de pessoas. Com essa segunda investida, o governo japonês, incapaz de continuar e desperdiçar mais vidas com futuras bombas, declarou rendição e se submeteu às condições impostas pelo governo norte-americano de que nunca mais praticariam e/ou apoiariam quaisquer outras guerras no futuro. E é exatamente o que eles fazem até hoje, sabia? Que a lembrança desses terríveis eventos (assim como os do Holocausto nazista de Hitler) nunca sejam apagadas das memórias das gerações existentes e futuras, para que eles nunca mais se repitam. E para ter certeza de que você saiba aonde encontrar mais informações sobre essas tragédias, a revista Veja e o jornal O Globo fizeram duas reportagens especiais sobre o evento. Há ainda um link (em inglês) com informações detalhadas no Wikipedia. Faça a sua parte e informe-se sobre a história (trágica) da humanidade. Que mané futuro o quê… De volta ao passado, por favor, McFly! Sim, agora há uma literatura especializada em “clássicos, retrôs, vintages e outras saudades”. É a Revista Flashback, da Editora Abril. Muito boa, desde a primeira e eles já estão na quinta edição! E surpresa: nessa última vem um DVD, embora eu não tenha conseguido encontrá-lo à venda com a revista. Nessa última edição eles realmente capricharam: –> A Pantera Cor-de-Rosa É, eu sou realmente doido pelos anos 80!
Morreu na manhã desta segunda-feira, 23 de maio, o ator Waldemar Seyssel. Talvez você não conheça o Waldemar pelo seu nome real, mas sim pelo nome artístico: Palhaço Arrelia. Não cheguei a conhecê-lo pessoalmente, mas sei que foi o mais antigo palhaço brasileiro. Clique aqui para conhecer mais sobre o Arrelia. Essa música a seguir meu falecido pai cantava pra mim quando eu era criança. Recentemente, uma amiga recebeu dele uma mensagem e ele pediu pra que eu sempre me lembre desta música. Compartilho aqui a letra com vocês:
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