Todas as charges abaixo, mostrando ironicamente (ou não!) a derrota do Brasil para a França neste sábado (01/07/2006), estão no site A Charge Online. “Divirta-se” você também, se puder!


















Arquivo da Categoria “Enquanto Isso”No decorrer do tempo, alguma coisa acontece noutra situação. Todas as charges abaixo, mostrando ironicamente (ou não!) a derrota do Brasil para a França neste sábado (01/07/2006), estão no site A Charge Online. “Divirta-se” você também, se puder!
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Brasil x França: 2 palavrasPublicado por Daniel Neto e arquivado em Enquanto Isso, LembrancasPara o jogo do próximo sábado (01/07/2006), há somente essas duas palavrinhas. E aqui estão elas, diretamente do dicionário Houaiss Eletrônico:
É hora da revanche futebolística e mostrar pros franceses que estamos melhores do que em 1998. Bola pra frente, Brasil! Me rendendo (infelizmente) à essa lavagem cerebral que é a copa do mundo de futebol: Hoje é dia de jogo do Brasil contra o Japão. Será que o Zico vai cantar o hino nacional brasileiro E o hino nacional japonês ou só um deles, em respeito ao outro? Coração brasileiro ou japonês?
[ Atualização de 23/06/2006 ]: Ele cantou, conforme a transmissão mostrou, o hino do Brasil e ensaiou cantar alguma coisa do hino japonês. Mas uma coisa reparamos: fora o gol marcado pela equipe japonesa, ele permaneceu na maioria do tempo com os braços cruzados. A dúvida cruel agora é: seria aquela atitude de nervosismo ou pra não comemorar involuntariamente os gols feitos pela seleção brasileira? Mistéééério!
Faço das palavras do Antonio Tabet, dono do site de humor Kibeloco, as minhas. E que possamos agir nas eleições desse ano pra nos livrarmos da corja podre que habita a política brasileira de uma vez por todas. Ontem foi o jogo da decisão do segundo finalista da copa do Brasil, realizada aqui no Maracanã, entre os times Flamengo e Ipatinga. Pra variar, a cidade ficou estagnada pra quem ia em direção ao Maracanã ou quem tinha que passar pelas redondezas pra ir pra casa. Esse foi o meu caso: tudo engarrafado desde o bairro do Flamengo, que é um dos escritórios onde trabalho, até o viaduto que dá acesso à Avenida Maracanã. Demorei quase o dobro do que normalmente demoro pra chegar em casa. Isso sem contar que alguns torcedores tomaram bala, no meio da arquibancada. Não, meu caro desatento, não é uma 7 Belo ou Juquinha ou Maluquinha. É bala de revólver mesmo. Legal, né? Imagina você, torcedor, com sua família (se bem que numa final dessa, ninguém é louco de ir com a família numa hora daquelas a um jogo no Maracanã — salvo caso os outros integrantes sejam malucos que nem você) e de repente alguém saca de um revólver e começa a atirar a esmo por aí… Só no |