Tirei a informação daqui:
Família de Supla é próxima atração do reality show da MTV:
RIO – Supla começou a gravar no fim de semana o “Família MTV”. A série, que vai mostrar a vida do cantor, estréia em maio na emissora paulista….
É… Será a versão brasileira do “The Ozzbournes” (passado também na mesma emissora, sobre a família do roqueiro Ozzy Osbourne). A pergunta é: essa merda vai dar audiência? Se seguir a mesma linha de raciocínio de um Big Brother da vida, com certeza será motivo para a MTV comemorar, porque nunca se viu tanto lixo na televisão (que o povão GOSTA) quanto o que ronda nos últimos 10 anos.
Ontem houve um acidente no mínimo curioso aqui no Rio: uma locomotiva foi atingida por uma betoneira que estava passando na Av. Francisco Bicalho, uma das principais vias de acesso ao Rio e à zona norte da cidade. O transito, que estava retido desde as 3 da manhã, só foi liberado às 14h, depois de muita dor-de-cabeça no transito matutino em todos os sentidos que atravessam aquele caminho.
A locomotiva, que só passa 1 vez a cada dois dias, estava carregada de cimento vindo de Cachoeiro do Itapemirim (aí, Tati! A capital secreta do mundo virou notícia!) e foi atingida pela betoneira (curiosamente, também de uma empresa capixaba) que vinha sem qualquer menção de parar do motorista que “nem sabia que passava trem por ali. Só ouviu dois apitos e tentou desviar, mas já era tarde“. Vejam as duas imagens abaixo que representam o nó que ocorreu por conta disso:


Esperando o horário de ir embora, estou eu aqui saboreando meu maravilhoso biscoito de água e gergelim, da Piraquê. Pra passar o tempo, realmente não há nada melhor.
O alemão já começou o ano quebrando recordes. Se continuar assim, Rubinho só vai ter chance de alguma coisa quando morcego doar sangue.
Ontem à noite, fomos na 28 de Setembro ver o ensaio da Unidos de Vila Isabel. Muito bacana, para uma primeira vez num evento desse tipo.
Ficamos bem próximos à bateria, aonde estava acontecendo o maior burburinho, justamente pela quantidade de pessoas envolvidas e pelo entusiasmo pelo qual botavam o som pra tocar. O bacana foi saber ali na hora que todo o processo envolve uma coordenação visual de todos, até mesmo porque não adiantaria falar (ou mesmo gritar) o que tem que ser feito: o barulho da batucada é ensurdecedor.
Igualmente impressionante é a garra dos integrantes. Não só da bateria, mas da escola inteira, em todas as alegorias: inteiramente empenhados em fazer a Unidos de Vila Isabel sair do posto de escola de samba do grupo de acesso e voltar, conforme palavras de alguém ao microfone, “de onde nunca deveria ter saído: escola de samba do grupo especial do carnaval carioca”. Bem legal!
Aproveitei o embalo e comi um salsichão com farofa no espeto, coisa que há anos não tive oportunidade de provar. Minha esposa também comeu e adorou, embora nunca tivesse provado antes.
Bate ponto da quinta-feira que vem: Av. Boulevard 28 de Setembro, esquina com Visconde de Abaeté. Motivo? Ensaio da Vila Isabel
Vai não? Que pena… Nós vamos!