Com a notícia (aqui, aqui e aqui) de que os excelentíssimos deputados federais desta república das bananas passarão a ganhar a pequena bagatela de vinte e seis mil e setecentos e vinte e três reais e treze centavos (R$ 26.723,13), faz-se necessário a pergunta: é pra ter vergonha ou nojo de ser brasileiro?
E aí? Adianta alguma coisa a “festa da democracia”, bando de sanguessugas? Voto não serve nem pra limpar a bunda, porque nem de papel é mais…
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Não votarei em ninguém, como venho fazendo há quase 7 anos… E este pequeno texto que recebi há pouco por email ilustra um pouco do que sinto, pois nem ele nem ninguém me representa e nem tampouco me representará, seja no governo ou na anarquia. E não compactuarei enquanto esse circo ridículo que é a eleição política brasileira existir de forma obrigatória.
A seguir, o texto…
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Não sei se concordo, se me envergonho, se os dois… De fato, muitos de nós (até eu mesmo) já fiz pelo menos algumas coisas da lista que a Helenice divulgou em seu blog e que compartilho aqui.
BRASILEIRO RECLAMA DE QUÊ?
Os Brasileiros…
- Falam no celular enquanto dirigem;
- Trafegam pela direita nos acostamentos num congestionamento;
- Param em filas duplas, triplas em frente às escolas;
- Saqueiam cargas de veículos acidentados nas estradas;
- Estacionam nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas;
- Estacionam em vagas exclusivas para deficientes;
- Subornam ou tentam subornar quando são pegos cometendo infração;
- Trocam votos por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, dentadura;
- Violam a lei do silêncio;
- Dirigem após consumirem bebida alcoólica;
- Furam filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas;
- Espalham mesas, churrasqueira nas calçadas;
- Pegam atestados médicos sem estar doentes, só para faltar ao trabalho;
- Fazem gato de luz, de água e de TV a cabo;
- Registram imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos;
- Compram recibos para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto;
- Mudam a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas;
- Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota de 20;
- Comercializam objetos doados nessas campanhas de catástrofes;
- Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado;
- Compram produtos piratas com a plena consciência de que são piratas;
- Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca;
- Diminuem a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem;
- Emplacam o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA;
- Frequentam os caça-níqueis e fazem uma fezinha no jogo de bicho;
- Levam das empresas onde trabalham, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis…. como se isso não fosse roubo;
- Comercializam os vales transportes e vale refeição que recebem das empresas onde trabalham;
- Falsificam tudo, tudo mesmo… só não falsificam aquilo que ainda não foi inventado;
- Quando voltam do exterior, nunca falam a verdade quando o policial pergunta o que trazem na bagagem;
- Quando encontram algum objeto perdido, a maioria não devolve;
E querem que os políticos sejam honestos, se escandalizam com a farra das passagens aéreas. Estes políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo. Ou não? Brasileiro reclama de quê, afinal?
Excelentíssima matéria escrita pelo Diogo Moysés para o Terra Magazine, a qual reproduzo na íntegra para vocês. Em tempos de falsa moralização dos poderes governamentais e de comunicação em massa, faz-se necessário mostrar que muita gente ainda tem boa memória para dissertar sobre o que realmente acontece por baixo dos panos.
Muitos leitores devem ter notado que a TV Globo passou as duas últimas semanas celebrando o aniversário de 40 anos do Jornal Nacional. Desde a sua criação, o telejornal global é, de longe, a principal fonte de informação de milhões de brasileiros.
Bonner e Fátima Bernardes fizeram questão de nos lembrar das tantas glórias conquistadas pelo JN e pelo jornalismo da emissora. Matérias intermináveis – intermináveis mesmo, de quase 15 minutos – exaltaram os feitos do telejornal. Os mais antigos repórteres (os que certamente melhor cumprem ordens do patrão) foram chamados à bancada e, ao vivo, recordaram as coberturas dos fatos que marcaram a história recente do país.
Telespectadores desavisados, desconhecedores de episódios importantes da vida nacional, talvez até tenham ficado com lágrimas nos olhos.
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Oi, pessoal!
Hoje foi um domingo campeão. Participei da vigésima 10 Milhas Garoto, uma das provas de corrida de rua mais tradicionais daqui do estado.
E, ao contrário do que muita gente pensa, cheguei bem no finalzão, com o tempo de 2h27. Eu não me preparei nada para a prova e corri apenas os quatro primeiros quilômetros, que compreende a largada até a cabeceira da terceira ponte. O restante do percurso eu acabei andando, porque não estou acostumado a fazer corridas ou caminhadas de espécie alguma. A única “sequela”, se é que pode ser chamada assim, foi uma assadura na parte interna das minhas coxas.
Levei a máquina fotográfica da minha cunhada e fiz alguns registros da minha participação. O resto foi só alegria. Ri bastante, vi muita gente legal, acompanhei algumas delas e fui acompanhado por outras. Num determinado trecho da prova, eu acabei tendo uma novidade chata: meu tênis acabou descolando o solado de borracha e minha caminhada ficou prejudicada. Mas mesmo assim, consegui completar a prova. Ganhei um lanche, como todos os que conseguiram completá-la, e fui recepcionado na linha de chegada pelo meu cunhado e sua namorada.
Abaixo, duas fotos disponibilizadas no site da Garoto:

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