Arquivo

Arquivo da Categoria ‘Amigos’

Final de semana

24, November, 2003 Sem comentários

Este final de semana ficamos na casa do meu amigo de trabalho, o Luciano Facury.

Particularmente não passava um final de semana tão descontraído e à vontade como este final de semana. Os anfitriões, Luciano e Luciana, foram muito bacanas em nos receberem em seu aconchegante lar. Passamos a tarde de sábado e o dia de domingo por lá. No sábado, acabamos por fazer uns petiscos para comer à noite. Enquanto as crianças brincavam, a gente conversava. Fomos eu e o Facury ao supermercado comprar os petiscos enquanto a Luciana e a Andréa ficaram em casa, preparando o que poderia ser preparado. Enquanto as crianças faziam o seu lanche-semi-jantar, eu fui instalar o Windows 2000 no computador do Facury que já estava encostado há algumas semanas.

Depois de constatar que era uma troca de CDs que inviabilizava a instalação do restante do micro, fiz o procedimento de maneira correta e todo ele começou a funcionar normalmente, inclusive a câmera de vídeo digital que eles tinham ganhado dos EUA e não tinham conseguido fazê-la funcionar. Daí pra frente, até internet teve. Bastou apenas saber o CD certo e tudo funcionou bem.

Mais à noite, foi a nossa vez de aproveitarmos. Começamos bebendo um vinhozinho branco suave maravilhoso. Também, não era para menos. O nome do vinho é Santa Felicidade. Pra acompanhar, tivemos petiscos de queijo e salaminho. Ah, teve a pasta de atum que acompanhava o pão fatiado cortado em pedaços estrategicamente feitos para uma única mordida. E nisso ficamos, até que o casal Facury sugeriu que jogássemos Can-Can, que é um MauMau com regras. Nas duas primeiras rodadas, prevaleceram as regras do jogo. Nas rodadas seguintes, acabamos fazendo a contabilidade das cartas restantes na mão. A mão com maior pontuação era a perdedora. Somadas as rodadas, quem fizesse mais pontos estaria perdendo. Eu, pra variar, perdi de lavada. Como dizia o Facury: “Fui pra roça sem direito à carroça, sem freios!”;

Fomos dormir às 2 da manhã, mortos de sono. O domingo foi igualmente legal, aonde o solzinho que abriu fez a alegria da gurizada que brincava no quintal e na piscina. Eu e Andréa acabamos resolvendo não irmos à praia, porque eles não teriam condições de levar as crianças nem deixá-las com ninguém. Então, aproveitamos e brincamos também com as crianças no quintal e na piscina, enquanto a mulherada ficava pegando o mormaço do sol. Até a hora da fome, onde decidimos por um churrasquinho light com acompanhamento de arroz de brócolis e farofa. Foi muito bacana.

Muita conversa jogada fora, muito papo bom rolou, muitos conselhos foram trocados (tanto de nós pra eles quanto deles pra gente), muito bom pra caralho à beça o final de semana. Luciano e Luciana Facury: para vocês, nosso muito obrigado pela hospitalidade. Vocês são realmente duas pessoas maravilhosas, juntamente com seus pimpolhos.

Categories: Amigos, Pessoal

Amigos: Cadu

12, November, 2003 1 comentário

Da série “Homenageie seus amigos”, hoje vou falar do cara que conheci quando me mudei de Guarapari pra Vitória: Cadu (vulgarmente conhecido como Carlos Eduardo). Enquanto componho este post, escuto Basket Case cantada pelo Green Day.

Quando me mudei, estava eu com 19 anos e na pressão para o vestibular. Estava fazendo cursinho à noite no Salesiano enquanto trabalhava de dia numa empresa de transportes industriais chamada Tora (quem diria, tem site!), aonde desenvolvia o trabalho de “gerente do cpd-funcionário do cpd-officeboy da empresa”. Acabei tomando conhecimento, através de um sujeito, dos BBSs (que podem ser considerados hoje miniaturas da Internet: troca de arquivos, mensagens, jogos online). Naquela época, BBS era uma atividade que reunia a nata da informática do Espírito Santo: analistas de sistemas, programadores, micreiros iniciantes e avançados, entre outras figurinhas típicas.

Um belo dia, conheci o BBS que o Cadu administrava. O sistema chamava Willow BBS (Por quê Willow? Palavras do Cadu: “Porque me inspirei naquele filme Willow e achei que ficaria bacana”) e o apelido do Cadu era Dunga. Era um BBS diferente do que eu já vinha acessando (cheguei a mencionar que os acessos, nessa época, eram feitos a 2400bps? Quem tinha modem de 9600 ou 14400bps poderia considerar-se muito sortudo!), cheio de telas gráficas bacanas, áreas de mensagens de usuários locais, arquivos novinhos. Assim que entrei, acabei por conhecer o sysop (sigla para operador do sistema). Ele me chamou numa espécie de bate-papo online (pra quem sabe, era o IceChat). Falou que estava me observando perambular pelo sistema e resolveu me dar acesso de usuário confirmado (o que me diferenciava no sistema, me dando mais tempo online e acesso pra ler e escrever mensagens nas áreas locais). Perguntou se eu não tinha mais interesse em nada e se eu voltaria. Falei que sim e continuei meu acesso, pois ele me retornou pro sistema.

Eu jamais poderia imaginar, mas aquela ação me fez ficar mais interessado em descobrir como aquilo funcionava. Tanto que nas vezes seguintes a este acesso, eu sempre procurava conversar com o sysop. Até o dia em que surgiu a oportunidade de conhecer o pessoal que sempre visitava o sistema. Era um encontro prévio na Praça dos Namorados para posterior ida pra Manguinhos, aonde haveria um churrasco na casa da Coca (Sylvia Abaurre, de quem também falarei).

Na hora em que chego à Praça dos Namorados, encontro um sujeito barrigudo, com cabelo no melhor estilo New-Kids-On-The-Block, bermuda-pijama e camisa branca. Ele veio em minha direção e, nada discreto, afirmou: “Você é o Daniel Neto, acertei?”. Naquela época, não havia câmeras digitais, só scanners. E mesmo assim, pra quem tinha muita grana. Então, conhecer previamente a pessoa pelo BBS não era por foto: só mesmo por descrição.

Enfim, depois desse churrasco, começamos uma grande amizade. Tanto que já cheguei a trabalhar com o Cadu em algumas de suas empresas: o VixNet BBS e a TechOverseas. Em ambos os trabalhos, minha função era a técnica. Na VixNet, tive a oportunidade de conhecer melhor minha área e ter certeza de que minha vocação na informática era a de redes e comunicação de dados. Posteriormente eu saberia que ainda haveria a especialização em segurança. Perdi as contas de quantas feiras no Shopping Vitória eu participei, virávamos as noites fazendo kits de programas pra vender no dia seguinte. Tive, inclusive, minha primeira bicicleta roubada no prédio do Cadu. Havia, em todo o primeiro (ou seria o último) domingo do mês os EMUVs (Encontro Mensal dos Usuários de BBS de Vitória), na pizzaria Piazzale, da Praia do Canto. Sem contar as sacanagens que o sujeito fazia com os usuários do BBS. Eu mesmo já fui vítima, como uma vez em que eles foram pra Sampa na Fenasoft e ele aprontou um vídeo caseiro: filmou 2 palhaços (que estavam fazendo promoção do evento da vacina de paralisia infantil) e falou pra um deles dizer que era o “Daniel Neto” e que estava feliz por não estar indo pra Fenasoft. Fora as imitações do Sílvio Santos (ma ma ma, ôe!)

Fizemos faculdade no mesmo lugar, onde quem me incentivou a fazê-la foi o Cadu. Infelizmente, ele não chegou a concluí-la, por problemas com o pessoal da instituição. Mas não foi por falta de um curso superior que ele se deixou abater e teve o controle da TechOverseas nas mãos. Visitou países diferentes pra poder manter contato com as equipes de trabalho, gerenciando e controlando os processos. O cara tem um dom para o trabalho que vi em poucas pessoas.

Recentemente, meu último contato com o sujeito foi no meu casamento, onde ele foi o meu padrinho, juntamente com uma outra grande amiga, a Luciana Fava (Lu, o Sombra também vai falar de você!).

Categories: Amigos

Amigos: Os Carrarettos

7, November, 2003 Sem comentários

De vez em quando, falarei de alguns amigos que fiz. Hoje, os homenageados são os irmãos Carraretto.

Os irmãos são 3: Ricardo, André e Daniel. Os dois primeiros são gêmeos. Eles são muito gente-boa, engraçados e muito sacanas. Conheci esses figuras no longínquo 1994, quando passei a morar em Vitória, através de um outro grande amigo (que também irei falar noutro post), o Cadu, sysop do Willow BBS (uma espécie de clube dos apaixonados por informática, na época).

Uma particularidade interessante dos Carrarettos é a de ficarem nervosos muito rapidamente, quando provocados. E quando ficam nervosos, eles falam muito rápido. Se você acha que o Tom Cavalcanti fala rápido é porque ainda não viu os Carrarettos conversando. Mais em particular ainda com os gêmeos, porque com o Daniel é preciso muito para que ele perca a calma. O Ricardo, quando fica muito nervoso, fala o seguinte:

Ricardo: (idioma carraretês)… tomar no seu c*, p*rra!… (idioma carraretês novamente)…

O André, em contrapartida, já fala o seguinte:

André: (idioma carraretês)… porra nenhuma!… (idioma carraretês novamente)…

Já o Daniel costuma falar mais idioma carraretês que os outros dois mais velhos. E nem precisa estar muito nervoso pra isso. É só estar muito empolgado ou distraído que ele fala tranquilamente seu idioma nativo:

Daniel: (idioma carraretês)… (klingon básico)… (idioma carraretês)…

Agora, tente imaginar quando eles falam entre si e quando há discussão sobre algum assunto em comum:

Daniel: (idioma carraretês – para início de conversa) (klingon básico até o final)
Ricardo: (klingon avançado)… tomar no seu c*, p*rra! (klingon avançado até o final)
André: (klingon avançado)… porra nenhuma! (klingon avançado até o final)

Enfim, esses são os meus amigos: os Carrarettos!

PS: Sururu, deixei o Atol de Mururoa fora do assunto porque pouca gente ia entender.

Categories: Amigos

Mais uma… :)

6, November, 2003 2 comentários

Além deste blog, eu escrevo num que faz brincadeiras e esculhambações permitidas do pessoal do Terra. O último que fiz ficou tão legal, que vou compartilhar com vocês. Quem está junto comigo, na foto, é o Rafael Monho.

Daniel Gordo e Rafael Magro

Categories: Amigos

Separados no Nascimento II

14, October, 2003 1 comentário

Mais um amigo com irmão gêmeo famoso. Vejam a semelhança!

Separados no Nascimento II - Michael Schummacher e Felipe Vairo

Categories: Amigos