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Mais sobre dublagem
A imagem abaixo é uma cópia do que saiu na Revista da TV do Jornal O Globo do último domingo, dia 15 de janeiro de 2007. Confiram:

Letrinha pequena? Não esquenta… Aqui vai o texto!
Revista da TV – Domingo, 15 de Janeiro de 2007
O imbatível (“Stroker Ace”). Record — Canal 13 (10h, em cores). Produção americana de 1983. Direção: Hal Needham. Elenco: Burt Reynolds, Loni Anderson, Ned Beatty, Cassandra Peterson, Jim Nabors.
Pole position. Se a Record quiser investir na qualidade nesta reapresentação da comédia de aventuras “O imbatível”, ela deve conservar a dublagem original do longa-metragem no país. Foi André Filho (1946-1997), um dos mais criativos dubladores do Brasil, conhecido como a voz oficial do Sylvester Stallone e de Roger Moore na década de 80, quem emprestou seus risos, tiques, graves e agudos a Burt Reynolds. Ouvindo André Filho, a gente até acredita que Reynolds é um atorzão. Aqui, o eterno Bandido de “Agarra-me se puderes” encarna um piloto de corridas paquerador. Sua ambição: livrar-se de um contrato que limita suas atividades. A direção do longa metragem é assinada por um amigão do peito do ator, o dublê Hal Needham, especialista em fitas de perseguição de carros e trombadas. Um dos astros mais bem-sucedidos da década de 70, Reynolds atualmente está relegado a papéis de terceira. Só em 1979, seus filmes renderam cerca de US$ 400 milhões ao redor do planeta. Reprise.
Elefante voar
Que nem chiclete na cabeça… Uma pena que essa música só existe apenas em fitas VHS e num CD lançado pela Disney. O DVD (Dumbo) foi tudo redublado, até mesmo nas músicas. Vai, Disney Brasil, vai nesse caminho mesmo que você é que está certa *ironicamente falando, claro!*, ignorando dezenas de milhões de fãs que viram o filme com a dublagem da época… Uma pena mesmo essa atitude mesquinha.
De ver um elefante voar
Filme: Dumbo
Intérpretes (versão brasileira): Francisco Milani, Orlando Drummond, Antônio Patiño, Mário Monjardim- Você já viu um elefante voar?
- Eu já vi um avião voar…
- Já vi um dragão voar!
- Eu já vi você voar!(risadas)
-É! Isso eu também vi!
Já vi girafa usar colarinho em pé
Vi uma vaca dando café
Mas fiquei um mês sem poder falar
De ver um elefante voar!- O que é que você disse?
- Pois é! De ver um elefante voar!Já vi um boi boiar
Vi gambá sambar
Vi uma cobra se requebrar
Mas fiquei um mês sem poder falar
De ver um elefante voar!Vi tanta coisa de duvidar
Me mostaram coisa até
Que contando não dá pé
Coisa que nunca acreditei
Ouvi tanta fábula que nem liguei
Já vi relógio andar, jacaré correr
Já vi até boato correr…
Mas fiquei um mês sem poder falar
De ver um elefante voar!Mas fiquei um mês sem poder falar
De ver um elefante voar…
De ver um elefante voar!
130 mil
Esse é o número possível de endereçamentos IP que a Telemar conseguiu junto à Fapesp. Como isso aconteceu, eu não sei. Só sei que eu estava analisando meus logs de acesso da galera em meu site e vi um novo endereço: 189.13.140.224. Pesquisei o reverso da criança e resolveu pra 18913140224.user.veloxzone.com.br. Fui lá na Fapesp e pimba! E não é que agora eles têm capacidade para mais de 130 mil novos endereços públicos pra gastar? E tome vendas de Velox
Pra quem quiser saber como funciona a brincadeira, acessem esse link para poder ver como é feito o cálculo das supernets e/ou subnets.
2007
Olá a todos!
Já se foi a primeira semana do ano e estou aqui, escrevendo bem atrasado pra vocês. Então, mesmo atrasado: feliz 2007 para todos. Muita paz, muita saúde e muitas felicidades.
Ano novo, vida nova, emprego novo, cidade nova (não, não é o bairro carioca) pra gente. Desde o dia 30 de novembro, como a maioria de vocês já sabe, estamos morando na cidade capixaba de Vitória. Depois de morar por 6 anos no Rio de Janeiro, estou começando a me acostumar novamente com o ritmo desta cidade. A proximidade com os amigos daqui, as famílias e até mesmo lugares bacanas que ficávamos imaginando quando estávamos na cidade maravilhosa são facilmente acessíveis morando aqui.
Mas não posso deixar de dizer (e sim, podem chamar-me de louco): ainda sinto saudades do Rio de Janeiro. Um pouco da cidade, por conta dos lugares que costumávamos ir (Lagoa, restaurantes como o Manuel e Joaquim, praias) e um bocado pelos amigos, família e vizinhos que ficaram. Eles, claro, estão torcendo por nós desde o momento em que souberam que eu tinha virado “lunático” (sim, horrível o trocadilho: lunático = ex-terráqueo). Em retribuição a alguns deles, enviamos uns cartõezinhos de natal, porque a internet aqui em casa só dessa forma mesmo: via wireless de gente que não protege corretamente seus access-points.
Bom, gostaria de finalizar dizendo “muito obrigado” a todos vocês que aparecem por aqui para saber das novidades, seja diariamente (e há?) ou esporadicamente. Estamos nos adaptando à nossa nova realidade muito bem e estamos no rumo certo. Algum dia, se for bacana e/ou conveniente, voltaremos ao Rio… Ou quem sabe iremos pra outro lugar. Não sei como será o nosso amanhã, mas sei que tenho uma bela família para me acompanhar. Só isso já me basta!
Feliz ano novo, feliz vida nova à todos vocês!

