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Arquivo de October, 2005

Mariangela Cantú

27, October, 2005 1 comentário

Para vocês, fãs da dublagem, tenho a honra de adicionar à galeria uma dubladora muito talentosa: Mariangela Cantú, com sua voz doce e versátil, consegue interpretar diversas atrizes de filmes, seriados, novelas mexicanas e até alguns desenhos animados. Recentemente ela participou de quadros dentro do TV Xuxa, como a Furúncula Repolhuda e aparições rápidas na novela Alma Gêmea. Passe o mouse abaixo para conferir os personagens dublados por ela.

Mariangela Cantú é atriz, dubladora, arquiteta, autora teatral, produtora e (ufa!) diretoraMariangela Cantú dubla a atriz Christine Lahti, que interpreta Grace McCallister no seriado Jack e Bobby e a Dra. Kate Austin no seriado Chicago HopeMariangela Cantú dubla a personagem Samantha, interpretada pela atriz Brooke Langton no seriado MelroseNo seriado Wings, Mariangela Cantú dubla a personagem Casey, interpretada pela atriz Amy YasbeckMariangela Cantú é a voz brasileira da personagem Carmen SandiegoNo seriado C-16 FBI, Mariangela Cantú dubla a personagem Annie Rooney interpretada pela atriz Christine TucciMariangela Cantú dublou a personagem Lane, interpretada pela atriz Robin Lively, no seriado SavannahNo seriado The West Wing, Mariangela Cantú dubla a C.J., interpretada pela atriz Allison JanneyMariangela Cantú dublou a personagem Daphne no seriado Frasier, interpretado pela atriz Jane LeevesNo seriado JAG - Ases Invencíveis, Mariangela Cantú dublou a personagem Meg Austin, interpretado pela atriz Tracey NeedhamNo seriado Star Trek, Mariangela Cantú dublou a personagem Tenente Uhura, interpretado pela atriz Nichelle NicholsNo seriado Plantão Médico, Mariangela Cantú dublou a personagem Lydia Wright, interpretada pela atriz Ellen CrawfordNo seriado Third Watch, Mariangela Cantú dubla a personagem Faith Yokas, interpretada pela atriz Molly PriceMariangela Cantú dubla a personagem Sam Huston, interpretada pela atriz Maria del Mar, no seriado TrekWarMariangela Cantú também já foi dubladora da Marge SimpsonMariangela Cantú dublou a personagem protagonista da novela Marielena, interpretada pela atriz Lúcia MéndezEm Spin City, Mariangela Cantú dublou a personagem Caitlin Moore, interpretada pela atriz Heather Locklear

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Categories: Dublagem

Cantando no banheiro

27, October, 2005 1 comentário

Assento para vaso sanitário que toca MP3
Assento para vaso sanitário que toca MP3

Mais uma vez, coisa de japonês: como se não bastasse inventar um controle remoto para comandar seres humanos, eles agora inventaram um assento pra vaso sanitário que toca músicas no formato MP3. Isso me lembrou uma piadinha velha que sempre encontrei em banheiros públicos ou dos colégios que estudei, que dizia: “cague cantando que a merda sai dançando”. O problema é que muita gente vai querer ficar no troninho só pra escutar música. É mole?
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Categories: Mas viu?, Tecnologia

Esquerda, volver!

26, October, 2005 Sem comentários

Controle remoto humano é inventado no Japão
Controle remoto humano é inventado no Japão

Parecia coisa do futuro, mas já é realidade: fizeram no Japão um controle remoto pra controlar seres humanos. A novidade me faz pensar o que mais ainda falta ser inventado, porque se isso já é realidade, o que virá pela frente? Será que a sofisticação desse controle será tamanha que poderemos algum dia usar esse treco nos políticos? De preferência com um botãozinho com a instrução “DEVOLVA O DINHEIRO DO POVO QUE VOCÊ ROUBOU“. Ou então para aquele sujeito insuportável, com o botãozinho “VÁ VER SE ESTOU NA ESQUINA“. Sei não… Com o nível de sofisticação crescente, é capaz de ele ir e acabar encontrando mesmo!
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Categories: Mas viu?, Tecnologia

Massacration

25, October, 2005 1 comentário

A banda de heavy metal Massacration
MassacrationPor indicação de um amigo, comecei a ouvir um CD de heavy metal. E sim, você leu direito: heavy metal. Mas não é porque comecei a gostar deste estilo de música, mas sim por causa da graça que é essa banda chamada Massacration, composta nada mais nada menos pela trupe do humorístico da MTV Hermes e Renato. Com um inglês macarrônico, eles simplesmente escracham o heavy metal, cantando gritando coisas sem-sentido como “round one / fight / final lap / start / game over / playstation / atari” numa de suas estrofes, da música (?) “Metal Milkshake”. Hilário!

O som, como não poderia deixar de ser, é heavy metal de verdade com guitarras pesadíssimas, bateria incansável e o vocalista com uma voz estridente que faria frente à qualquer cantor lírico. Aliás, o vocalista (denominado Detonator) É cantor lírico e formou a banda pelos idos de 1985 junto com o guitarrista Blond Hammer, o baterista Jimmy Hammer, o segundo guitarrista Headmaster e o baixista Metal Avenger. O CD dessa banda já está à venda nas lojas. Mesmo que você não curta heavy metal, que é exatamente o meu caso, vale à pena escutar os escrachos, principalmente a releitura da música “Vem fazer Glu Glu”, do Sérgio Mallandro, no estilo heavy metal inclusive contando com a presença do próprio Serginho, que no final da música chega a dizer que “nunca fiz um gluglu tão arrogante (ou seria romântico?)”. E se você já gosta de heavy metal, é uma ótima pedida para dar boas risadas!

Categories: Musica

Temporal!

24, October, 2005 Sem comentários

Temporal desabou hoje sobre o Rio de Janeiro, deixando tudo alagado. Sente o drama... O carro parou porque a Praça da Bandeira estava completamente submersa. Vai encarar?
Fotos: Globo Online

Por volta das 4 da madrugada, acordamos com o choro da nossa filha querendo mamar. Depois de preparar uma mamadeirazinha com o complemento alimentar dela, fomos todos dormir. Reparamos que estava começando uma chuva monstruosa. Como estávamos cansados, nem demos importância, mas logo em seguida vieram os relâmpagos e os trovões, fazendo com que eu e minha esposa ficássemos completamente sem sono por causa do barulho e claridade intensos. Enquanto isso, no outro quarto, meus sogros e nossa filha dormiam sossegados como se nada estivesse acontecendo do lado de fora.

Só consegui dormir mesmo lá pelas 6h30, que foi quando a tempestade realmente deu um tempo e foi perdendo força. Até dar esse horário, eu ficava mais atento às trovoadas do que propriamente dormir. E como sempre acontece, o trânsito ficou um estado de calamidade: ruas completamente alagadas, deslizamentos pela cidade e algumas fatalidades, como pessoas morrendo eletrocutadas, atingidas por relâmpagos. O meu colega de trabalho contou que um sujeito morreu ao tentar tirar o seu carro próximo a um valão no bairro do Rio Comprido. Sinistro…

Eu saí de casa pra vir trabalhar e, com o trânsito completamente parado, resolvi caminhar até aonde ele estivesse fluindo melhor para poder pegar um ônibus. Saí de casa e andei até à frente do Maracanã onde peguei meu ônibus e cheguei aqui ao trabalho. Enfim, um dia de temporal como outro qualquer no Rio de Janeiro: ruas todas enlameadas, ânimos exaltados dos motoristas provocando batidas entre veículos mais freqüentes do que o normal, horas e mais horas para sair de casa para o trabalho. Lê-rê, lê-rê…
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