“É Rotina…”
122 visualizaçõesSinceramente, hein? Aonde vamos parar?
Tudo por causa de um maldito charuto numa churrascaria do Rio. Agora me digam o seguinte: ao invés de policiais se ocuparem com chamadas de parentes de delegados por conta de charutos, cigarros e afins, eles bem que poderiam estar fazendo apreensão de entorpecentes, prisão de meliantes e cuidando de outras coisas mais importantes pra fazer.
E outra coisa: já passou da hora para estabelecimentos de quaisquer portes e de quaisquer lugares do Brasil proibirem em sua totalidade o fumo dentro de seu recinto, seja ele próprio ou impróprio. Porque se for assim, eu também gosto de tomar umas cervas e o produto do meu prazer, assim como a fumaça é produto do prazer dos fumantes, é a urina. Seria bacana se eu começasse a dar uma MIJADA na sua perna assim que eu sentisse o cheiro da fumaça do seu cigarro, não é mesmo, meu amigo fumante?
RIO – Seis viaturas da polícia e policiais com fuzis e toucas ninjas pretas foram mobilizados ontem para uma complicada ocorrência no Rio de Janeiro: uma discussão por causa da fumaça de um charuto no bar da Churrascaria Porcão, em Ipanema. A discussão teria começado durante o jogo entre o Brasil e a Bolívia pelas Eliminatórias da Copa do Mundo.
De acordo com o jornal O Globo, um cliente estava na área de fumantes quando uma senhora, que se identificou como mãe de uma delegada da cidade, exigiu que ele apagasse o charuto. Após uma discussão, a mulher chamou a polícia. Em pouco tempo, chegaram ao local três carros da 12ª e da 14ª delegacias (Copacabana e Leblon) e três da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).
Os policiais, armados com fuzis usando toucas ninjas, pretendiam retirar o fumante e levá-lo à delegacia, mas o homem se recusou a sair do local. O impasse surgiu quando seu pai, o coronel da Aeronáutica Hermano Sampaio, entrou na discussão e evitou que o filho fosse levado.
“Meu filho estava fumando na área permitida. Os policiais chegaram e puxaram a carteira. Carteira por carteira eu tenho a minha, da Aeronáutica. A senhora provavelmente vai apresentar queixa de agressão, mas meu filho também vai. Esse charuto ficou com o gosto amargo”, disse o coronel Hermano.
O delegado que comandou a operação não quis dar declarações à TV Globo, que estava no local no momento da operação.

