Arquivo de 28 de Julho de 2004

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas,
paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.

Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.

Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo… Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses.

-Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.

-Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.

Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:

- Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?

- Papai, - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.

Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!

Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.

Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo pereceu pintando…

Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar… Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.

E você ainda se acha o máximo quando consegue dizer: “O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma.“?

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Paulo Flores foi um dublador talentoso. Mais do que isso, ele era “a voz” que emocionava em suas interpretações de desenhos animados e filmes. Além de dublador e ator, também era locutor e baterista. Nos deixou, aos 59 anos de idade, no dia 12/05/2003. Uma grande perda para a dublagem, uma grande voz a ser sempre lembrada. Passe o mouse na foto abaixo e conheça mais sobre seu impressionante trabalho de dublador.

Paulo Flores era baterista, locutor, ator e dubladorPaulo Flores dublou o rei Mufasa no filme O Rei LeãoPaulo Flores dublou o ator Michael Clark Duncan nos filmes Armageddon e À Espera de um MilagreNo seriado Hércules, Paulo Flores dublou o personagem Salmoneus, interpretado pelo ator Robert TreborNo desenho Super Mario Bros., Paulo Flores dublou o malvado Rei KoopaNos filmes da sequência de Loucademia de Polícia, Paulo Flores dublou o Jamanta (High Tower), interpretado pelo ator Bubba SmithNo desenho Tazmania, Paulo Flores dublou o personagem TazPaulo Flores também dublou o personagem Sr. Richfield, do seriado Família DinossauroCobra Bubbles, do filme Lilo e Stitch, foi dublado pelo Paulo FloresNo seriado Os Simpsons, Paulo Flores dublou o personagem Dr. HibbertPaulo Flores dublou o Aríete, no desenho He-manNo desenho As Tartarugas Ninja, Paulo Flores emprestou sua voz para o vilão desmiolado RocksteadyBrito Abelardo, do desenho Esquadrão do Tempo, também foi dublado pelo Paulo FloresNo seriado Startrek - Deep Space 9, Paulo Flores dublou o comandante Ben Sisko, interpretado pelo ator Avery BrooksNo desenho Thundercats, Paulo Flores dublou o vilão mutante SimianoEm Transformers, Paulo Flores dublou (entre vários outros) o personagem PerceptorNo desenho Silver Hawks, Paulo Flores emprestou sua voz para o vilão Tornado
Colaborou o fã Andrey

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Além de ovelhas, vaquinhas, humanos e celulares, chegou a vez dos carros também serem clonados.

Uma dona de casa de Contagem, em Minas Gerais, ficou surpresa ao estacionar em um shopping da cidade e encontrar no local um clone de seu carro. A única diferença são os vidros mais escuros do clone. Mas a surpresa maior se deu ao descobrir quem era o dono do carro clonado: um cabo da Polícia Militar.

De acordo com o Jornal Hoje, a mulher chamou polícia, que decidiu esperar o dono do veículo chegar. O cabo da PM disse que comprou o carro há dois anos, mas não apresentou documentação. O oficial pode ser indiciado por receptação de carro roubado e adulteração de placas.

A dona de casa passou a desconfiar que seu carro estava clonado depois que ela começou a receber multas por infrações que não cometeu.

Eu, hein? Meu carro tá bem protegido: mando-o pra cama bem cedo, depois do Jornal Nacional e em fins de semana só sai em nossa companhia.

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