Publicado por Daniel Neto e arquivado em Dublagem
Como eu já tinha dito num outro post, fui ao Rio Sul para ver os dubladores, num evento que o Ricardo Juarez tinha anunciado no blog dele. Cheguei por lá e alguns dubladores já estavam no local: Manolo Rey, Marco Antônio, Yara Riça e o próprio Ricardo Juarez. Depois fiquei sabendo que o Clécio Souto iria participar mas estava com problemas de voz. Chegaram, durante a entrevista, a falar que ele estaria com a “gripe do frango” numa brincadeira com o personagem que ele dubla.
Não reconheci a Yara logo “de cara”, mas assim que ouvi sua voz eu a reconheci. Só pude falar com ela e cumprimentá-la novamente ao final da entrevista.
O evento em si não tinha nada demais, foi apenas uma entrevista livre com os dubladores. Eles falaram sobre o processo da dublagem, os seus personagens mais conhecido do público e divulgar o trabalho, que é injustamente destratado pela maioria do público brasileiro.
Agora o pior da entrevista foi ter que aguentar as piadas sem-graça do André Marques, apresentador do Vídeo Show que estava como entrevistador, e as risadas estridentes da playmate Lívia Lemos (ex de Ronaldinho). Sem contar que o assunto saiu de dublagem e caiu em futebol e ficou quase uns 40 minutos só nisso. Tudo bem, o tema era livre, mas precisava “queimar” 40 minutos com futebol com 4 talentosos dubladores pra se entrevistar? Uma pena mesmo.
Acho que de fã de dublagem, só eu estava presente pois não vi mais ninguém que pudesse ter ido pra falar com os dubladores. Quem estava por lá tinha ido porque sempre vai ou era pra ver os “entrevistadores”, sem saber quem eram os entrevistados.
Enfim, foi bastante legal porque tive a oportunidade de conhecê-los ainda mais. As fotos da entrevista estão aqui.
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Publicado por Daniel Neto e arquivado em Diversao
Recebi de uma amiga um texto bacana que fala sobre esse ser extraordinário que é a mulher e porque nós, homens, ficamos simplesmente embasbacados quando estamos perto de uma. Aí vai e divirtam-se!
1) O cheirinho delas é sempre gostoso, mesmo que seja só xampu;
2) O jeitinho que elas tem de sempre encontrar o lugarzinho certo em nosso ombro;
3) A facilidade com a qual cabem em nossos braços;
4) O jeito que tem de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar perfeito;
5) Como são encantadoras quando comem;
6) Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena;
7) Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja fazendo trinta graus abaixo de zero lá fora;
Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans com camiseta e rabo-de-cavalo;
9) Aquele jeitinho sutil de pedir um elogio;
10) Como ficam lindas quando discutem;
11) O modo que tem de sempre encontrar a nossa mão;
12) O brilho nos olhos quando sorriem;
13) Ouvir a mensagem delas na secretária eletrônica logo depois de uma briga horrível;
14) O jeito que tem de dizer “Não vamos brigar mais, não.”;
15) A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza;
16) O modo de nos beijarem quando dizemos “eu te amo”;
17) Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta;
18) O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram;
19) O jeito de pedir desculpas por terem chorado por alguma bobagem;
20) O fato de nos darem um tapa achando que vai doer;
21) O modo com que pedem perdão quando o tapa dói mesmo (embora jamais admitamos que doeu);
22) O jeitinho de dizerem “estou com saudades”;
23) As saudades que sentimos delas;
24) A maneira que suas lágrimas tem de nos fazer querer mudar o mundo para que mais nada lhes cause dor.
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