No ônibus
Vi hoje escrito no banco do ônibus, ao voltar do meu almoço para o trabalho:
“Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, ainda haverá a guerra“
Vi hoje escrito no banco do ônibus, ao voltar do meu almoço para o trabalho:
“Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, ainda haverá a guerra“
Depois de chegar ao trabalho, vou buscar as notícias matinais nos principais meios de comunicação: é pra ficar revoltado com o tamanho da imbecilidade de jovens animais que se acham acima de quaisquer regras de convivência na sociedade moderna ignorante que temos nos dias de hoje.
Esse é um pequeno exemplo, do que ainda tem de mais pesado: mais cedo, a faxineira faz-tudo aqui da empresa comentou que não pregou o olho o final de semana inteiro por conta da ADA (Amigo dos Amigos), nova facção criminosa que surgiu no lugar do CV (Comando Vermelho) TC (Terceiro Comando), que ocupou o morro aonde ela mora.
O problema do Rio de Janeiro (entre muitos outros que tem) é o de um determinado morro ou comunidade ser comandado pelo tráfico de drogas. Caso não esteja em poder de alguma facção criminosa ou haja disputa de controle do local, há o tiroteio constante até que alguém tome o controle e a “paz” volte a reinar. Enquanto perdurar o tiroteio, famílias inteiras vivem sob a mira do medo e não podem sequer descansar ou ter um dia (ou noite) sem barulho de metralhadoras e fuzis.
Uma estrofe da música “Pega Ladrão” do Gabriel O Pensador ilustra um pouco do que falei:
“E você que é um simples mortal,
levando uma vidinha legal,
alguém já te pediu um real?
Alguém já te assaltou no sinal?
Você acha que as coisas vão mal?
Ou você tá satisfeito?
Você acha que isso é tudo normal?
Você acha que o país não tem jeito?
Aqui não tem terremoto, aqui não tem vulcão.
Aqui tem tempo bom, aqui tem muito chão.
Aqui tem gente boa, aqui tem gente honesta.
Mas no poder é que tem gente que não presta.”
Nem tem vulcão, terremoto, maremoto, furacão… E precisa?
Ontem fomos passear no jardim zoológico do Rio de Janeiro, aproveitando a ocasião da visita dos meus sogros, Cícero e Geralda, onde pudemos aproveitar bem o dia.
Como eu e Andréa já tínhamos feito uma visitação anterior, dividimos o passeio em duas partes: uma antes e outra depois do almoço. Tudo bem que só eu lembrava dos locais aonde os bichos estavam, mas aproveitamos da mesma forma. Eu aproveitei para tirar todas as fotos que quis dos animais, uma vez que tinha espaço na câmera nova (rá!) para mais de 500! Obviamente não colocarei TODAS as fotos porque senão ficará muito chato. Quem quiser, eu mando por email. E Andréa aproveitou bem porque está próxima aos pais, que já não via há uns 3 meses e estava morrendo de saudades.
Quem quiser ver as nossas fotos do passeio, é só clicar na foto acima e se divertir
Até a próxima!
É, estamos indo ao zoológico do Rio de Janeiro: eu, Andréa e os pais dela. Voltaremos mais tarde, com fotos!